Mostrar mensagens com a etiqueta Vida Campestre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vida Campestre. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Festa das Vindimas

Este é um fim-de-semana mais prolongado para os viseenses. Hoje é o feriado munícipal e comemora-se o Dia de S. Mateus. E como tal, o nosso munícipio aproveitou estes três dias para trazer mais um evento à nossa bela cidade. Estamos em Setembro, na época das vindimas, e Viseu comemora a sua identidade vinhateira, com mais uma edição da Festa das Vindimas.
A festa começou na passada 6a feira, dia 18, ao final da tarde e extende-se até hoje à noite.
Mais uma vez, o palco deste evento foi o Mercado 2 de Maio e todo o envolvente centro histórico. Durante estes quase quatro dias de festa, conta-se com diversos eventos e actividades ligadas às vindimas não só para os adultos mas também para os mais novos.
Durante o dia, 12 quintas do nosso distrito abrem portas aos mais curiosos e convidam a participarem nas vindimas. À noite há sempre concertos para aqueles que apreciam música e um bom ambiente.
Este fim-de-semana foi marcado não só com o concerto dos "Deolinda" no sábado à noite seguindo-se da Dão Party, com DJ's nos cláustros da nossa Sé mas também com a Meia Maratona do Dão, que decorreu ontem de manhã.

Site oficial do evento



Cartaz do evento

Entrada do Solar do Dão


Entrada Mercado 2 de Maio



Estátua Aquilino Ribeiro

Actividade dedicada aos mais novos








Meia Maratona do Dão



Dia do Município

Maçã e Canela

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Jantar no campo

Sempre me considerei uma menina do campo e não há nada melhor que o sossego, o som e as cores da natureza. 
No outro dia, eu e a minha tia paterna decidimos ir fazer uma  sardinhada e jantar na aldeia da minha avó paterna. A minha tia fez um caldo verde e comprou sardinhas. Recheámos a nossa mesa com alguns petiscos e passamos um fim de tarde magnífico. Jantámos debaixo da afamada tília. A sobremesa fomos comê-la ás árvores de fruto que dão vida à quinta.
Sentar-me na cadeira  onde outrora a minha avó passara as suas tardes, pisar a terra que ela durante tantos anos cuidou com muito amor e estar nos seus Torneiros, como ela muitas vezes lhe chamava, trouxe-me bastantes recordações à memória. 
Foi um final de tarde bem passado, depois de um longo dia de trabalho. Recuperei energias e, acima de tudo, senti-me verdadeiramente feliz. 


A nossa mesa bem recheada

O nosso caldo verde a aquecer nas brasas

A nossa sardinha a assar

Maçã e Canela

quarta-feira, 11 de junho de 2014

As flores do nosso jardim

As flores do meu jardim enchem a nossa casa de alegria. Não somos muito apologistas de se cortar ou arrancar flores e, por isso, no post de hoje trazemo-vos um cheirinho da diversidade de flores no seu habitat natural e que todos os dias colorem a nossa entrada de casa. A paixão do pai pelas flores é muito grande e, claro, o 'bichinho' do gosto das flores despertou nos nossos corações bem cedo. A maior parte das flores que estão aqui apresentadas, são flores que já tínhamos no ano passado. A novidade vai para o cravo branco que começou a florir este ano. Morar numa aldeia proporciona-nos estes pequenos momentos que só quem os vive é que os consegue entender. 
Querem cheirar? 

Coroa de rei branca


Coroa de rei laranja


Cravo branco


Flor 'funcionária' cor de fogo


Flor sogra e nora


Flor beijinhos de mãe


Orquídea amarela


Orquídea branca


rosas


Maçã e Canela

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cerejas da época

Hoje o almoço foi na quinta dos avós. Depois de uma massa com frango bem apetitosa feita pela avó, fomos comer a fruta à árvore, umas belas e vermelhinhas cerejas. Contudo, a chuva começou a cair e era impossível ficar por baixo da cerejeira a desfrutar do momento. Desta forma, apanhámos umas poucas delas e trouxemos para casa. Estão deliciosas e souberam-nos mesmo bem. Na árvore ficaram outras tantas e muitas mais. A ver se no fim-de-semana vamos lá encher a barriga, mas desta vez com sol, assim o esperamos! 




Maçã e Canela

sábado, 19 de outubro de 2013

Vida Campestre #7

Hoje o dia foi, essencialmente, dedicado à vida no campo.
De manhã levantámo-nos por volta das 9h e a primeira tarefa do dia foi ir ao cemitério enfeitar e limpar as campas do meu avô, do seu amigo Zé da Noite e dos meus dois bisavós maternos. De seguida passámos pela quinta dos meus avós onde apanhámos castanhas, avelãs e ovos. Limpámos o galinheiro e abastecemos a comida das galinhas com ração, pão e couves. Até à hora do almoço eu e o meu pai estivémos a podar as laranjeiras e a tirar os ramos para colocar os paus a secar, para depois os queimar na lareira quando estiver mais frio. Enquanto isso, a Lena e a minha mãe tratávam do almoço. De tarde acabámos a tarefa da lenha e durante a tarde encontrámos um ninho de pássaro.
Agora à noite comemos um assadinho de cabrito e umas castanhas assadas no nosso fogão de lenha e aproveitámos o facto de ter o fogão ligado para fazer um bolo de canela e avelãs. 
Foi um sábado diferente onde não faltou muito convívio, trabalho e, acima de tudo, muita harmonia.






Bom fim-de-semana a todos caros leitores,
Maçã e Canela

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Um pózinho de felicidade

Hoje senti uma enorme saudade daquelas tardes ao sol, a estudar com os pés ao sol, a tomar um café caseiro com o melhor avô do mundo, a ouvir as suas histórias e piadas, saudades de quando o simples facto de ter a sua companhia era um simples factor de felicidade. 
Hoje foi dia de voltar ao trabalho académico e de trabalhar mais um pouco para a minha tese. Depois de um fim-de-semana em cheio e de descansar uns minutinhos a seguir ao almoço, peguei nos meus artigos, recolhidos durante a semana passada, e fui-me sentar ao sol. Por momentos senti que estava na laje da casa dos meus avós, na aldeia, ao lado do meu querido avô. Mas rapidamente caí em mim e me apercebi que desta vez a minha companhia desta bela tarde de sol era o meu querido B. 
O dia hoje esteve quente para estes lados e soube tão bem voltar a estar ao sol a ler as minhas coisas e, ao mesmo tempo, estar rodeada pela natureza. Como é bom saber que o simples facto de apanhar uns raiozinhos de sol me trazem felicidade mas também bastante saudade. Pois, como tantas vezes o meu querido avô nos transmitia, estas pequenas e simples coisas da nossa vida, tornam o nosso dia um pouco mais alegre!



Até amanhã caros seguidores,
Maçã e Canela

domingo, 6 de outubro de 2013

Fim-de-semana na região do Tâmega

Vim passar este fim-de-semana à região do Tâmega e, como estamos na altura da vindima, o fim-de-semana não teria tanto sentido se não a fizéssemos. Por isso, ontem dedicámo-nos arduamente a esta actividade campestre. Juntaram-se todos os familiares paternos do B em casa dos avós dele e, tenho-vos a dizer, foi um dia bastante agradável. Começámos a colher as uvas bem cedinho, ainda caía orvalhada, e à medida que íamos enchendo os baldes, íamos  ralando as uvas. Ao final do dia, quando as uvas estavam todas apanhadas e raladas, tirámos o resto de suco com uma máquina que exerce pressão e conseguimos acabar de encher o depósito de vinho. À noite comemos um assadinho de frango, feito no antigo forno de lenha onde se fazia o pão, que nos soube pela vida.
Nunca tinha feito nenhuma vindima e acreditem que foi uma experiência bastante agradável.
Lembro-me vagamente de irmos colher as uvas ao Canaval no atrelado da 4L do meu querido e falecido avô com toda a família materna, daquele cheiro das uvas acabadas de colher e da imagem da prensadora das uvas. Contudo, na altura era bem pequena e a única coisa que queremos fazer quando temos esta idade é brincar. 
E ontem, ao longo do dia, cada vez que sentia aquele agradável odor das uvas, sentia-me transportada para os tempos passados em que eu era ingenuamente feliz.
Espero repetir esta experiência e de me voltar a sentir tão bem acolhida e recebida pela família do B.
Amanhã estarei de volta, não a casa, mas ao trabalho de que estou incubida este ano. Mas enquanto o amanhã não chega, vou aproveitar ao máximo o dia de hoje.


Bom domingo a todos,
Maçã e Canela

sábado, 14 de setembro de 2013

Vida Campestre #6

A nossa semana chegou ao fim! Foi uma semana essencialmente dedicada às limpezas, à agricultura e também à jardinagem.
A semana começou com o milho a ser malhado por uma malhadeira própria para este afazer e, durantes os dias seguintes, fomos secando o milho ao sol que já no final da semana foi erguido e guardado para moer mais tarde. 
Na jardinagem, conseguimos remover todas as ervas daninhas do nosso passadiço do jardim que já estava uma lástima. Cortámos a relva, aparámos os arbustos e compusemos os canteiros das flores. O resultado final foi bastante positivo e, depois de todo o calor e cansaço, o esforço ficou reconhecido e bem à vista. 
Nas limpezas, aproveitámos o sol que se vai sentindo, para limpar a nossa churrasqueira, terraço e todas as janelas e persianas, assim como todo o interior da casa. Foi uma limpeza profunda que já vem a ser hábito fazermos todos os anos por esta altura. 
Agora que chegou o fim-de-semana, vamos disfrutar dos últimos dias de férias junto daqueles que mais gostamos e descansar e passear por esta linda cidade que é Viseu.


Milho a secar ao sol

Maçã e Canela

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

E a semana começa assim!

Hoje de manhã acordámos e após um pequeno-almoço de café e pão com manteiga, vestimo-nos a rigor e pusemos mãos à obra na jardinagem. Com este sol, a relva cresceu imenso e, o passadiço de acesso a nossa casa já estava de tal forma que a relva/erva já se entranhava no meio das pedras do passeio. Depois de uma manhã dedicada ao passadiço, o resultado é fantástico e o entusiasmo ia-se sobrepondo ao cansaço e ao calor que se ia sentindo. Depois de um banho, eis que a minha irmã Rita me contemplou com um granizado de melancia fresquinho. Estava divinal e soube-me pela vida. Também ficaram com água na boca? Bom almoço, caros leitores! 

Manhã de jardinagem

Batido (para a Rita) e granizado de melancia(para mim)


Maçã e Canela

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Vida Campestre #4

Hoje foi dia da desfolhada, ou seja, apanhar o milho que o meu avô carinhosamente semeou poucos dias antes de partir. 
Eu e a Lena juntámo-nos aos nossos tios maternos (pois os meus pais estavam a trabalhar) e fomos todos apanhar as espigas de milho, mas infelizmente nenhum de nós encontrou um Milho Rei (espiga com milho vermelho). A nossa avó materna contava-nos quando ainda éramos pequenas (e ainda hoje conta) que, na nossa aldeia, durante a desfolhada, a rapariga (ou o rapaz) que desfolhasse um Milho Rei teria de dar dois beijos a todos os rapazes (ou raparigas) que a/o acompanhavam nesta actividade.
Apesar do calor que se fez sentir durante aquelas duas horas de árduo trabalho, em que o sol incidia intensamente sobre as nossas cabeças, este foi um momento bastante agradável de convívio que pudemos ambas disfrutar com todos os nossos tios maternos.
Apesar do nosso querido avô já não estar entre nós, sentimos um ambiente tão familiar que era como se ele lá tivesse estado connosco na desfolhada. 

Ao nosso querido avô:

Avôzinho,
Não houve um único minuto durante a desfolhada, em que não estivesse no nosso pensamento. Falámos de si e ouvimos as histórias que viveu com os seus irmãos quando era mais pequeno, durante esta altura. 
Obrigada por todas as forças que nos tem dado para conseguirmos levar avante toda esta vida campestre que diariamente cuidamos com amor. Como vê, está sempre no nosso coração,  foi e sempre será um grande HOMEM nas nossas vidas!


Milho Rei
 
Maçã e Canela

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Vida Campestre #3

Hoje foi mais uma manhã dedicada à vida no campo. De manhã levantámo-nos e, como era preciso curar as cebolas, aproveitámos e fomos todos até à quinta dos nossos avós.
Preparámos as estacas para atar os tomates e capámo-los (como explicámos no post Vida Campestre#2). Aproveitámos para verificar o nosso mirtilo que já começa a pintar, bem como as avelãs que já estão crescidinhas e, antes de virmos embora, fomos buscar os dois ovos que as galinhas puseram hoje. 
Foi uma manhã bem passada. Adoramos ir à quinta dos nossos avós e continuar aquilo que o nosso avô nos deixou e, com certeza que estará feliz por nos ver a cuidar das suas culturas. Aproveitámos para captar algumas imagens da nossa manhã que vos mostramos a seguir.

No sábado, vamos apanhar as batatas. Vamos aprender pois nunca apanhámos batatas na vida e, com certeza, que nos vai saber muito bem. 
 Esperemos que este sol venha para ficar, pois a chuva e o frio que se têm sentido nos últimos dias não ajudam em nada nas culturas e quase nos obrigam a ficar em casa fechadas. 



 
 
E o vosso dia como é que está a ser? Estão a aproveitar este sol?
Maçã e Canela