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domingo, 13 de setembro de 2015

Gestos que nos aquecem a alma

Desde sempre que a família D. é mais do que uma grande amizade, é como uma família para nós.
Este ano o filho mais novo deles, o M., abdicou das férias da faculdade, para viver uma nova aventura no estrangeiro. Na bagagem foi a curiosidade, e a enorme vontade trabalhar e trouxe-a recheada de conhecimento e enúmeras experiências.
Contudo, e no meio de tantas horas dedicadas ao trabalho, eis que ontem nos veio visitar trazendo consigo uma pequena lembrança indicando que apesar de ter estado longe, não se esqueceu de nós.  Para as três mulheres cá de casa, trouxe uns belíssimos sabonetes frutados, já para o único homem trouxe um gel de banho. 
Muitas das vezes não é o presente em si mas sim a lembrança. 
Há pessoas que com simples gestos nos conseguem aquecer a alma e o coração. 

Sabonetes: Frutos do Bosque | Morango Selvagem | Baunilha & Manga
        

Maçã e Canela

domingo, 3 de agosto de 2014

Quem fica no coração!

De todo o tempo que sorri,
De todo o tempo que chorei,
A sua presença era constante no meu coração.

A sua maneira de ser,
O amor que tinha por mim,
Tudo moldou a pessoa que hoje sou.

Se ainda o pudesse abraçar
E dizer que o amo,
Talvez não sentisse a saudade que me consome o coração.

O meu herói,
O grande homem que foi na minha vida,
É difícil esquecer uma pessoa tão importante.

As brincadeiras com os carros, que passavam à frente da minha casa antes de ir para a creche,
As histórias do coelhinho branquinho,
Todos os pequenos momentos que fizeram de mim uma criança imensamente feliz.

Toda esta saudade que hoje sinto,
Atenua-se com todas estas lindas memórias.

Sei que olha por mim todos os dias
Mas também sei que o sinto todos os dias, bem perto do meu coração!

Ao meu querido avô! 




Maçã e Canela


sábado, 19 de julho de 2014

Gestos que nos aquecem o coração

Na semana passada fomos visitar os nossos primos mais novos.
Como agora está na moda as pulseiras dos elásticos, e o nosso primo João também as faz, estivemos a ver alguns dos seus trabalhos e ele esteve-nos a ensinar algumas das técnicas. Ficámos encantadas com as frutas, os bonecos e os gelados que ele fez para utilizar como porta-chaves. 
Há até já quem faça peças de roupa, bijuterias, carteiras, entre outras. Considero que, tal como muitas modas, isto é sol de pouca dura mas tenho visto peças bastante engraçadas feitas com simples elásticos. 
No outro dia, o meu primo enviou pela minha mãe estes belos porta-chaves, um morango e uma cenoura, para nós usarmos. Digam lá que não são um mimo? São estes gestos que nos aquecem o coração e nos deixam verdadeiramente felizes por saber e sentir que temos a melhor família do mundo!




Maçã e Canela

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Um miminho para vocês, caros leitores!


Este post é dedicado a vocês, leitores deste blogue. Vocês que nos lêem todos os dias, que nos deixam mensagens de carinho e de incentivo. Vocês que sentem o que nós sentimos, que partilham connosco os triunfos e as tristezas. Mais que um blogue, nós sentimos que temos aqui uma pequena família. Não nos conhecemos pessoalmente, não na sua maioria, mas com o vosso apoio, tudo isso é insignificante. Esta pequena família que se apoia, que luta e que mostra aquilo que vale, afinal de contas, todos remamos para o mesmo lado.
Hoje, este post é para vocês, que fazem crescer este cantinho, tanto quanto nós fazemos.




A todos vocês, um enorme Bem Haja! 

Maçã e Canela

sábado, 26 de abril de 2014

Ao meu querido avô

As lágrimas que hoje escorrem no meu rosto são lágrimas de saudade, de imensa saudade. Deixou-nos há precisamente um ano. Foi tudo tão efémero, foi como se o tempo se encarregasse das despedidas.
Não há dia nenhum que não me lembre do Grande Homem da minha vida que me viu crescer, que me viu chorar, que me aconchegava ao seu colo nos dias mais frios e nunca me repreendeu pelo que quer que fosse. 
É um exemplo de avô, daqueles que qualquer um gostaria de ter mas não teve a sorte que nós tivémos. Tantas histórias me contou, tantas brincadeiras me ensinou e tantas aventuras reviveu, para que um dia, também eu as possa contar aos meus filhos e netos. Em nenhuma delas me ensinou que a perda de um amor como o seu, trazia uma dor e um vazio enormes. 
Hoje, quero recordá-lo como sempre foi ao longo dos seus 80 anos de vida, um avô alegre, amigo do seu amigo e ainda mais do seu inimigo. Uma vez disse-me "Tudo o que a terra traz, a terra leva" mas, um amor como o seu, jamais se desvanecerá nos nossos corações. 
Descanse em paz, querido avô.  




Maçã e Canela

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Amizades do coração

Ao longo da nossa vida vão passando inúmeras pessoas pela nossa vida e pelo nosso coração.
Umas passam mesmo à porta. Outras entram, outras saem, ou umas entram e saem ao mesmo tempo. Depois há aquelas que entram e ficam. Tratam do nosso coração como se fosse uma das coisas mais preciosas do mundo. A essas pessoas chamamos de amigos. Não estão lá só para nos dar a mão quando caímos, para nos ouvir quando desabafamos ou para se divertirem connosco quando saímos à noite. Estão lá todos os dias para nós e mesmo estando longe não se esquecem, nunca, de nós.
A Andreia é uma velha e grande amiga que fizemos no nosso tempo do ciclo. Fomos colegas de turma, de carteira, dos concursos de matraquilhos e porque temos ambas nomes começados por A ela ficava sempre a seguir a mim e, de certa forma, sentia-a sempre por perto. A nossa amizade, tal como tudo na vida, teve altos e baixos mas, como ela é verdadeiramente forte, supera sempre tudo. O amor que se sente nesta amizade é um amor bastante forte e vemos nela uma irmã que nunca tivemos. 
A Andreia está a estudar/trabalhar em Glasgow e, apesar da distância, nunca nos separámos. Sempre que ela vem a Portugal faz sempre questão de nos vir ver e de nos dar aquele abraço gigante que só ela sabe dar e que nos conforta.
Ontem quando chegámos a casa, após mais um dia de trabalho, fomos ao correio e ficámos surpresas com uma carta um pouco volumosa que estava na nossa caixa de correio.
Curiosas, e porque não conhecíamos o remetente, abrimos a carta pois estava-nos endereçada.
Quando abrimos ficámos com o coração aos pulos quando nos deparámos com dois fios, da Personaliz'Arte, e que tinham sido cuidadosamente escolhidos e mandados enviar pela Andreia. 
Hoje em dia já não existem amizades como estas e a Andreia sempre teve um dom especial de nos mimar e de nos aquecer o coração!
Vejam só os fios que ela mandou! Não são um mimo?



Aqui, e de uma forma diferente, agradecemos-te, melhor amiga, não só por este miminho para o nosso natal mas pela tua grande amizade, que fazes sempre questão de alimentar, e por, sermos duas, teres sempre muito amor para dar em igual.

Um beijinho das tuas sempre queridas,
Maçã e Canela

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Dia de todos os santos!


Hoje, 1 de Novembro, comemora-se o dia de todos os santos. Este é o dia em que lembramos todos os nossos entes queridos que já partiram. Contudo, não é apenas neste dia que nos lembramos de quem nos deixou com eterna saudade. É todos os dias, ao sentir a falta deles, das suas brincadeiras, das suas maneiras de ser, ao vermos naquilo que eles nos tornaram e de todo o bem que nos fizeram ao longo da vida, que nos lembramos de quem trazemos sempre no coração. Apesar de já não ser feriado hoje, eu, a minha mãe e o meu tio Custódio cumprimos a tradição e fomos de manhã limpar e enfeitar as campas dos meus bisavós maternos e do meu avô materno.
Este é um dia triste, não só porque está a chover mas porque a tradição de ir ao cemitério com os meus avós maternos neste dia já não se mantém. Foi difícil ir lá hoje de manhã e estar na presença da campa de por quem tenho um amor incondicional e de quem sinto imensa falta na minha vida! Cada flor e cada gota de água posta nos arranjos, cada pedra que lá colocámos para desenhar o coração demonstrando, de uma forma viva e diferente o que sentimos, foi feito com um enorme carinho, respeito, admiração e com um amor infindável! 
No fim-de-semana iremos também rezar à campa dos meus avós paternos. Infelizmente já não tive a oportunidade de conhecer o meu avô mas a minha avó fez sempre questão de fazer o seu papel de avó e de avô ao mesmo tempo. Para mim, era, e ainda é, uma super mulher, uma heroína porque, depois de tudo o que passou, demonstrou a sua força e coragem para seguir em frente. Era uma daquelas avós que nunca media o amor que dava. Tudo o que fazia, estava replecto de carinho e muito afecto. A sua partida é, nos dias de hoje, também, uma das coisas sobre as quais o meu coração ainda não foi capaz de digerir.  
Contudo, hoje orgulho-me do bem que fiz e da felicidade que proporcionei a estas duas grandes PESSOAS que hoje, de uma maneira diferente recordamos, mas que trazemos no coração todos os dias das nossas vidas. 
Se voltaria a fazer tudo de novo? Sim, fazia, claro. Porque estas duas estrelas que hoje brilham no céu e que estão sempre a olhar por nós, foram umas das pessoas que contribuíram e que tudo fizeram para sermos as pessoas que hoje somos!




Maçã e Canela

sábado, 26 de outubro de 2013

Querido avôzinho!

A saudade que trago no coração é tão grande que não a consigo traduzir nas palavras deste texto. Faz hoje 6 meses que nos deixou mas, para mim, ainda continua presente nos meus dias. Revejo o seu sorriso e alegria de viver, a paixão pela família e um saber como não há igual. Manobras de apanha dos coelhos selvagens que ameaçavam as suas culturas na quinta, o baloiço de madeira que nos fez em criança, as conversas à lareira no inverno mais rigoroso e os contos de criança, são memórias que o tempo deixou e que a saudade não faz esquecer. Tive a sorte de partilhar consigo todos os bons momentos da minha vida e sei que hoje, mesmo não estando connosco, continua a olhar por nós e a estar presente nos nossos corações, como nunca deixará de o ser. Tenho muitas saudades do Homem, que foi para mim, um grande herói e um grande Avô.

Com enorme saudade das netas,

Maçã e Canela

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Hoje seriam 87!

Hoje, dia 20 de Setembro fazia a minha avózinha Laura, avó paterna, 87 anos. Sempre que me recordo dela, vejo-a a cantar no último natal que passámos juntos. Lembro-me de ter cantado músicas alusivas à época com um enorme sorriso na cara, de estar contente por a termos ido buscar ao lar e por poder passar o dia na sua casa com os seus filhos e netas/neto. A minha avó partiu há dois anos, mas ainda hoje sinto um vazio no coração, como se nos tivesse deixado ontem. Era uma mulher de força, que conseguiu criar 3 filhos, na altura em que a crise afetava famílias de uma forma bastante terrível comparado com a crise de hoje. Perdeu o marido bem cedo e, mesmo assim, teve uma coragem de viver que hoje é exemplar. Ainda consigo sentir o sabor das pataniscas que sabia fazer tão bem, da sopa de feijão que cozia enquanto eu e a Rita víamos o batatoon, as boroas de mel no natal que todos os anos fazia para o meu pai e que ele tanto gostava, lembro-me como se fosse hoje de nós nos sentarmos no chão enquanto ela nos ensinava cuidadosamente e na perfeição como passar uma camisa do meu pai a ferro. Estes foram pequenos momentos que a minha avó me proporcionou e que marcaram a minha infância. Tempos que não voltam atrás, que trazem saudade e que simbolizam o amor de uma avó que adorava as suas 'piquenas'. 
Como forma de simbolizar o seu aniversário, quando saí do estágio passei na terra do meu pai. Apanhei dois ramos de oliveira junto à capela de Couto de Cima, capela onde íamos à missa com ela quando dormíamos na sua casa e segui em direção ao cemitério onde está sepultada. Pousei os ramos de oliveira na campa dos meus avós. Estive um tempo a olhar para a campa, lembrei-me de como seria bom tê-la, ainda hoje, connosco e rezei por ela, porque sei que ela também olha por mim todos os dias. Saí do cemitério com o coração feliz e segura de que hoje teria sido um dia muito bem passado e que terminaria numa mesa de jantar cheia de família, com um assado de vitela do forno de sua casa, como era habitual fazer-se todos os 20 de Setembros de todos os anos em que comemorámos o seu aniversário.



Maçã e Canela

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Haverá espaço para o amor, nos dias de hoje?

Ontem, enquanto visitava a minha página pessoal de uma rede social, reparei que alguém tinha partilhado uma imagem onde dizia: 'Haverá espaço para o amor, nos dias de hoje?". Pois bem, aquela pergunta ficou-me na cabeça e, após algum tempo de reflexão, perguntei a mim mesmo como é que tal pergunta poderia ainda existir. 
A minha resposta a essa pergunta, que me intrigou durante uns tempos antes de adormecer, é: Sim, claro que há espaço para o amor, nos dias de hoje. 
Contam-me os meus pais, os meus avós e tios que antigamente não havia amor pais-filhos, ou se havia, tal não era demonstrado. Hoje em dia, esta relação está totalmente diferente (ainda bem!). Não há um pai que não abrace um filho, uma mãe que não beije o seu filho antes de adormecer, nenhum avô ou avó que não brinquem com os seus netos e lhes façam as vontades. Tenho o enorme orgulho na família que tenho. Se há algo que me lembro nitidamente desde pequena, é o amor que os meus familiares me transmitiram. Tive uma infância feliz, tive sempre com quem brincar, tive sempre quem me chamasse a atenção quando me portava menos bem e também tive sempre quem me amasse e me fizesse tornar na pessoa que sou hoje.
Por mais responsabilidades que um emprego exija, não há razão para não haver amor entre uma família. Um momento de brincadeira depois do jantar, o convívio à mesa ou até um beijinho quando os pais chegam do trabalho, é mais que suficiente para tornar uma criança feliz e fazê-la sentir-se amada. Este é o verdadeiro sentido de família, união e, principalmente Amor! 
Por tudo isto andar de pernas para o ar é que estamos a educar uma sociedade cada vez mais distinta daquela que faz parte da minha 'era'. Uma sociedade que acha normal a violência no namoro. Por favor, em que mundo vivem? No mundo Justin Bieber e das Winks? Meus meninos e minhas meninas, há uma coisa que tenho que vos dizer, deixem as PSP's, os iPad's, a televisão e vivam mais a vossa infância\ adolescência. Aproveitem enquanto têm convosco aqueles que vos amam e tirem o máximo proveito disso. Passem momentos em família, deixem as conversas com os amigos do facebook que viram há uma hora na escola e  os jogos violentos que os vossos pais vos compram só para o menino não fazer uma fita na fnac.Oiçam histórias dos mais velhinhos, ponham os pés na terra, sintam o calor a bater-vos nas costas enquanto jogam á macaca, vivam aquilo que eu vivi e verão que vale mesmo a pena.
Amem quem vos quer bem e deixem ser amados, porque só há espaço para o amor, nos dias de hoje, se vocês também o quiserem.







Maçã e Canela